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quarta-feira, 29 de abril de 2026

DEVEMOS INTERCEDER POR TODOS

 Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam

deprecações, orações, intercessões e ações de

graças por todos os homens.

1 T im óteo 2.1


Paulo orienta Timóteo a colocar a intercessão como prioridade na vida da Igreja

(1 Tm 2.1). Orar “por todos os homens” inclui governantes, famílias, necessitados e

até mesmo opositores. Essa ordem revela que o Evangelho forma uma comunidade

que ora antes de agir, busca a paz antes do conflito e crê que Deus responde ao

clam or do seu povo (SI 65.2).

Assim como Paulo exorta a interceder por todos, Abraão rogou pelo mínimo

remanescente em Sodoma e Gomorra (Gn 18.32). O seu clamor mostra que, mesmo

diante do juízo iminente, 0 coração que tem e ao Senhor suplica pela misericórdia

(Lm 3.22). A intercessão, portanto, é uma arma espiritual que luta contra a perdição

e revela confiança no Deus que salva (SI 34.17).

O cristão que intercede participa da obra do Espírito, colocando-se entre Deus e

um mundo ferido (Rm 8.26). Quando nos dispom os a orar pelos que nos cercam,

nossos olhos são abertos para as necessidades que antes ignorávamos. O Espírito

Santo gera compaixão, quebrantam ento e amor prático. A vida de oração molda

nosso coração e conduz-nos a atitudes que refletem 0 caráter de Cristo (Ef 4.32).


Interceder por todos também quebra a dureza de nosso coração. A oração im pe-

de-nos de ver pessoas como inimigas e leva-nos a enxergá-las como almas pelas


quais Cristo morreu (Jo 3.16). Quando oramos por governantes, famílias, colegas de

trabalho ou até mesmo quem nos fere, anunciamos ao mundo que o Reino opera por

meio da graça, e não do rancor. A intercessão forma discípulos sensíveis ao Espírito.

Que o Senhor reacenda em nós 0 fogo da intercessão (Zc 12.10). Que sejamos

atalaias que não se calam , guardiões que clam am dia e noite, vasos cheios do

Espírito que intercedem até que Deus intervenha. O Senhor ainda responde ao

clamor de um só justo; quanto mais ao clam or da Igreja. Que Ele encontre em cada

um de nós joelhos dobrados, coração ardente e vida disponível para a sua obra até

que Cristo venha.

QUARTA-FEIRA - Não se pode relativizar a verdade - Jo 17.17

LIÇAO 5 -

terça-feira, 28 de abril de 2026

ABRAÃO INTERCEDE POR SODOMA E GOMORRA

Disse mais: Ora, não se ire o Senhor que ainda só mais esta vez falo: se, porventura, se acharem ali dez? E disse: Não a destruirei, por amor dos dez. Gênesis 18 .32

Quando 0 Senhor revelou a Abraão 0 juízo sobre Sodoma e Gomorra, 0 patriarca

aproximou-se com tem or e ousadia, intercedendo pelos justos que ali pudessem

existir (Gn 18.22,23). 

Em cada súplica, ele demonstrou profunda consciência da santidade divina e da justiça perfeita do Senhor (SI 89.14). 

O seu clamor revela um servo que conhece 0 caráter de Deus e confia na sua misericórdia.

O diálogo de Abraão mostra um coração que não se conforma com a perdição, mas

roga por graça onde reina a corrupção (Ez 33.il) . Ele persiste até pedir por apenas

dez justos, mostrando que, diante do Deus vivo, mesmo pequenos rem anescentes

têm valor. A sua intercessão não foi mera formalidade, mas um encontro intenso

com o Deus que ouve e responde ao clam or sincero (SI 145.18).

Àssim como Abraão colocou-se entre 0 juízo e a cidade, o cristão é chamado a

ocupar o lugar da intercessão (1 Tm 2.1). Vivemos dias em que muitos se afastam

da verdade, mas a Igreja permanece como coluna e baluarte da verdade, suplicando

pela salvação dos que ainda podem ser alcançados. Interceder é amar, é sentir a

dor do outro e levar vidas inteiras diante do altar de Deus com fé perseverante.

A intercessão tam bém revela nosso com prom isso com a m issão do Reino (Mt

9.37,38). Não oramos apenas para que Deus tenha misericórdia, mas para que Ele

também nos tome instrumentos dessa mesma misericórdia no mundo. 

A oração molda nosso caráter, quebra nossa indiferença e envia-nos com compaixão. 

Onde dobramos os joelhos, 0 coração reacende-se, e a fé toma-se ação concreta em favor do próximo.

Que 0 Espírito Santo inflam e em nós essa paixão santa pela intercessão (Rm 8.26). 

Que não sejamos espectadores do caos, mas atalaias que se dobram e clamam

pela m isericórdia do Senhor sobre famílias, cidades e nações. 

O mesm o Deus que

ouviu Abraão continua atento aos que o buscam . 

Que Ele encontre em cada um

de nós um coração disponível, cheio de fé, fogo e compaixão até que Ele venha.

TERÇA - A fé que foi dada aos santos - Jd 3

LIÇAO 5 -

segunda-feira, 27 de abril de 2026

DEUS REVELA SEUS SEGREDOS PARA OS QUE O TEMEM

0 segredo do SENHOR é para os que o temem; e ele lhes fará saber o seu concerto. Salmos 25.14

O temor ao Senhor sempre marcou os que caminham na sua presença. 

Abraão é 0 exemplo mais luminoso desse coração reverente, pois confiou no Deus vivo mesmo

sem compreender todos os caminhos que lhe eram apresentados (Gn 15.6). 

No seu relacionamento com 0 Altíssimo, não vem os medo paralisante, mas respeito amo-

roso, fé obediente e disposição em ouvir a voz divina (Gn 22.12). 

É nesse ambiente santo que o coração humano torna-se preparado para receber a revelação divina.

Foi exatamente nesse relacionamento de temor que Deus decidiu abrir a Abraão os seus segredos. 

Antes de destruir Sodoma, o Senhor declarou: “Ocultarei eu a Abraão o que faço?” (Gn 18.17). 

A lógica divina é clara: quem teme recebe luz; quem anda em reverência recebe clareza. 

Por isso, 0 concerto foi revelado e confirmado a ele, com promessas que ultrapassavam a sua geração (Gn 17.7). 

O Deus da aliança compartilha os seus propósitos com aqueles cujos passos estão firmados na obediência. 

Esse mesmo nível de intimidade é elevado e ampliado na nova aliança mediante Jesus Cristo. 

Agora, pelo Espírito Santo, Deus guia os seus filhos a toda verdade (Jo 16.13). Somos chamados amigos porque Cristo claramente nos revelou tudo quanto ouviu do Pai (Jo 15 15 ).

A revelação não é privilégio de poucos, mas herança dos que andam em santidade. 

O temor a Deus, agora instruído pela graça, toma-se caminho para conhecer mais profundamente os pensamentos e desejos do Senhor.

Hoje, o segredo do Senhor continua sendo para os que o tem em (SI 25.14). 

Ele abre os seus planos aos corações que se dobram diante dEle com sinceridade, discernimento e vida no Espírito. 

Quando cultivam os temor, recebem os direção; quando cultivamos relacionamento, somos guiados; quando cultivamos santidade, recebem os revelação (Pv 3-5,6). 

Que nossa vida seja solo fértil para que o Altíssimo continue falando, guiando e confiando-nos os seus segredos eternos na força do Espírito Santo, moldando nosso caráter, fortalecendo nossa fé e alinhando nossos passos ao centro da sua vontade perfeita.