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terça-feira, 31 de março de 2026

 

Lição 13: A Trindade Santa e a Igreja de Cristo

Data: 29 de março de 2026

 

 

A Trindade é uma doutrina fundamental da fé cristã e,

Conjunto de crenças.

De onde vem nossas crenças? dá Bíblia.

Nossa regra de fé e pratica.

1 Co 15.1-5

Credo apostólico, Niceno, Assembleia de Deus.....

1. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29).

também, a base da existência e da missão da Igreja. Ela revela o agir cooperativo do Pai, do Filho e do Espírito, de forma harmoniosa na criação, redenção, santificação e na comunhão da Igreja

Trindade = Cooperação, harmonia, unidade x deuses da mitologia = divisão, ciúmes, guerras.

Não há em nenhuma outra religião ou mitologia uma TRINDADE .

Aqui está uma visão geral sobre a Trindade:

Apesar de o termo não se encontrar nas Sagradas Escrituras, as evidências que atestam a doutrina são, tanto no Antigo, como no Novo Testamento, incontestáveis. A palavra Trindade foi usada pela primeira vez, em sua forma grega, por Teófilo trias  ; e , em sua forma latina, por Tertuliano - trinitatem . O Credo Atanasiano assim se expressa acerca da doutrina da Santíssima Trindade: ‘Adoramos um Deus em trindade, e a trindade em unidade, sem confundir as pessoas, sem separar a substância’” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 8ª Edição. RJ: CPAD, 1999, p.279).

 

 

Deus é uma trindade em unidade e uma unidade em trindade. As três pessoas da Trindade — Pai, Filho e Espírito Santo — compartilham a mesma essência.

Trindade Social: Refere-se à visão da Trindade como uma comunidade de amor e relacionamento mútuo. As três pessoas são iguais, compartilham a mesma natureza divina e interagem entre si em amor, sendo um modelo para os relacionamentos humanos.

Trindade Econômica: Refere-se à "Trindade econômica", que descreve os papéis que o Pai, o Filho e o Espírito Santo desempenham na história da salvação, focando nas suas ações e relações no mundo.

 

E uma das doutrinas mais atacadas e da qual deriva muitas heresias.

O arianismo. É o nome da doutrina formulada por Ário e do movimento que ele fundou em Alexandria, Egito, no ano 318. Sua doutrina contrariava a crença ortodoxa seguida pelas igrejas desde o período apostólico. Ário ensinava que o Senhor Jesus não era da mesma substância do Pai; era criatura, criado do nada, uma classe divina de natureza inferior, nem divina nem humana, uma terceira classe entre a deidade e a humanidade. A palavra de ordem de seus seguidores era: “Houve tempo em que o Verbo não existia”. Mas o ensino bíblico sustentado pelas igrejas desde o princípio afirma que o Filho é eterno (Is 9.6), pois transcende a criação: “E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele” (Cl 1.17).

Os ensinos de Ário foram condenados no Concílio de Niceia em 325” (ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. 8ª Edição. RJ: CPAD, 1999, p.52).

 Formulação definitiva da Trindade. Isso só aconteceu no Concílio de Constantinopla em 381, com base nos trabalhos de Atanásio que combateram os arianistas e também os grupos contrários à doutrina do Espírito Santo, como os pneumatomacianos e os tropicianos; e com base nas obras dos chamados pais capadócios: Basílio de Cesareia, Gregório de Nissa e Gregório de Nazianzo. O Credo Niceno-Constantinopolitano reafirma o Credo de Niceia e define a divindade do Espírito Santo, estabelecendo de uma vez por todas a doutrina da Santíssima Trindade.

1 Jo 2.20-24

 

 

 

I.                  A TRINDADE E O PLANO REDENTOR

1.    Eleitos segundo a presciência do Pai

1 Pedro 1.2a

Eleitos – Quem são esses eleitos? v.1

Para que são eleitos?  A santificação e obediência, dois aspectos da salvação.

Eleitos: Aspecto divino – Deus escolheu a humanidade para ser salva por Cristo – Jo 3.16

Aspecto Humano – Aceita a proposta divina ao escolher Cristo – Jo1.11,12

Numa eleição existem os que foram eleitos e os que não foram eleitos.

Presciência de Deus- Conhecimento que Deus tem de antemão, prévio.

At 2.22,23

Rm 8.29 – E o amor prévio, antecipado de Deus por todos os salvos.

Rm 5.9 – Deus não espera você se tornar bom para depois ama-lo.

Ef 1.4,5

Jo 10.14; 2 Tm 2.19

2.    Redimidos pelo sangue de Cristo

O Pai elege, mas a eleição tem um custo altíssimo, o sangue do Filho.

Redimidos – Ser liberto da condição de escravo e condenado por causa do pecado mediante pagamento Tt 2.14; 1Pe 1.18,19

Aspersão do sangue – Êx 24.8

Cristo estabeleceu uma nova aliança com seu sangue – Hb 9.13-15;12.24.

 

3.    Santificados pelo Espírito Santo

A obra do Espírito é igualmente indispensável à identidade da Igreja de Cristo: “eleitos segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito

O Espirito Santo tem o ministério da convicção e da contrição – Jo 16.8-11.

A salvação somente começa quando o indivíduo estiver convencido do pecado pessoal. Entendemos que essa ‘convicção’ significa que a pessoa reconhece ter feito o mal e constar como culpada diante de Deus. E é o Espírito Santo quem produz tal convicção.

A tentativa do Espírito em produzir a convicção pode ser resistida (At 7.51), conforme muitas vezes acontece. Há inclusive uma rejeição direta, que é dos réprobos (1Tm 4.2).

Sem a ação do Espírito, a Igreja não passa de uma instituição humana. É o Espírito que a vivifica, purifica e conduz em conformidade com Cristo (2Ts 2.13).

Santificação e um processo progressivo, cujo objetivo e chegar ao estado de santidade.

Exige nossa cooperação – Ef 4.22-24

Note que Jesus disse que o Espírito convencerá ‘o mundo’. Em outras palavras, o Espírito Santo tem um ministério de convicção entre os inconversos. Ele convence os mundanos de três coisas: (1) que seus pecados, especialmente o pecado da descrença no Filho de Deus, os fez culpados diante de Deus, (2) que a justiça é possível e desejável e (3) que os que não quiserem escutar a voz do Espírito serão julgados por Deus.

 

 

II.                 A IGREJA E A COMUNHÃO COM A TRINDADE

 

1. Comunhão com o Pai. 

1 Jo 4.10

 “conservai a vós mesmos no amor de Deus” (Jd 1.21a). O verbo “conservar” (gr. phyláxate) ressalta urgência e significa “manter; preservar, guardar, permanecer” (Jo 8.51-55).

Marcos 12.28-31. Amar a Deus implica em ter comunhão com Ele, temer (Honra), obedecer-lhe e glorifica-lo. Rm 12.1; 1Co 6.20;10.31

 

2. Comunhão com o Filho. 

1 Joao 2.1-6

Colossenses 2.6

João revela que é por meio de Cristo que temos acesso ao Pai, à verdade e à vida (Jo 14.6). Do mesmo modo, Judas exorta os salvos a manterem a esperança gerada pela “misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Jd 1.21b). Assim, a vida eterna não é apenas uma realidade futura, pois “estar em Cristo” hoje é requisito essencial para essa dádiva (1Jo 5.11). Desse modo, é impossível possuir vida eterna sem ter comunhão com Cristo (1Jo 5.12).

3. Comunhão com o Espírito. A comunhão com o Espírito é um aspecto vital para a fé cristã.

Joao 14.16,17

Romanos 8.14-16

 1 Co 6.19

adverte os crentes a serem edificados “sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo” (Jd 1.20). O versículo evidencia que a vida espiritual genuína não é possível sem a ação constante do Espírito (Gl 5.25). A oração no Espírito não se resume a palavras, mas expressa intimidade ativa e dependente da direção divina (Rm 8.26,27). O Espírito é quem promove a unidade no Corpo de Cristo (Ef 4.3). A comunhão com Ele nos insere na dimensão espiritual onde há reconciliação, perdão e cooperação (Ef 4.30-32; Fp 2.1,2). Assim, a verdadeira unidade cristã não ocorre por meio de celebrações, mas é preservada pelo Espírito, quando os crentes vivem em comunhão e amor sacrificial (Ef 5.1-3).

 

 

 

 

III.             A IGREJA É ENVIADA PELA TRINDADE

ISAIAS 6.8

 

1. A missão dada pelo Pai. 

 A origem está no coração do Pai, cujo desejo é que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade (1Tm 2.4). Desde o Antigo Testamento vemos Deus chamando e enviando seu povo para ser luz entre as nações (Is 49.6). No Novo Testamento esse chamado ganha novo vigor por meio da Igreja, instrumento do Pai para proclamar a sua graça (2Co 5.18-20). A missão não é uma ideia tardia, mas um plano eterno do Pai (Ef 1.4,11). O envio do Filho é o ápice desse propósito, e a Igreja é chamada a participar dessa missão como corpo de Cristo no mundo (Jo 17.18). Deus foi o primeiro a enviar um missionário, o próprio filho.

 

 

 

 

 

2. O Filho comissiona seus discípulos.

GL 4.4 ;jo 3.16

 O Filho, enviado pelo Pai, agora envia a sua Igreja. Após sua ressurreição, Cristo ordenou: “Portanto, ide, ensinai todas as nações [...] ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” (Mt 28.19,20). A tarefa da Grande Comissão é uma ordenança proclamadora e um mandato educacional. É responsabilidade da Igreja evangelizar e ensinar a Palavra de Deus (2Tm 4.2). Essa ordenança é uma expressão da graça salvadora, levando a mensagem do Reino a todas as pessoas, e “batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19b).

a) Ir. No sentido de mover-se ao encontro das pessoas, a fim de comunicar a mensagem salvífica do evangelho;

b) Fazer discípulos. Com o sentido de “estar com” as pessoas e torná-las seguidoras de Cristo;

c) Batizar. É o ato físico que confirma o novo discípulo pela sua confissão pública de que Jesus Cristo é o seu Salvador e Senhor;

d) Ensinar as doutrinas da Bíblia, com o objetivo de aperfeiçoar e preparar o discípulo para a sua jornada na vida cristã.

 

 O batismo é realizado na autoridade do nome de Jesus (At 2.38), mas a fórmula batismal é trinitária — em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Não é apenas uma liturgia, mas também uma confissão pública da fé na obra redentora da Trindade (Ef 4.4-6).

A Igreja de Cristo, em virtude de sua natureza e vocação, é a agência evangelizadora e missionária por excelência.

 

3. O Espírito capacita e envia. A missão da Igreja não pode ser realizada sem a capacitação do Espírito (Lc 24.49). Ele é quem dá poder e ousadia para testemunhar de Cristo (At 1.8). Em Atos, vemos o Espírito separando e enviando missionários para o serviço cristão (At 13.2). Ele não apenas acompanha, mas orienta e dirige a tarefa evangelizadora da Igreja (At 16.6,7). É o Espírito quem concede dons espirituais para o exercício eficaz do ministério (1Co 12.4-7).

 

CONCLUSÃO

 

A Trindade está presente em toda a história da salvação: desde a nossa eleição, formação, santificação e envio. Por isso, como instituição trinitária, a Igreja é chamada a cumprir seu papel no mundo com poder e fidelidade. Essa Igreja vive, persevera e cumpre sua missão mediante a comunhão com o Deus Triúno. Essa doutrina não é abstrata, mas prática, viva e transformadora.

 

 

 

 

 

 

 

Vigilantes na Verdade e no Amor

 Título: Vigilantes na Verdade e no Amor

Referência bíblica:
2 João 1:7-11 (NVI)
"Muitos enganadores têm saído pelo mundo, aqueles que não reconhecem Jesus Cristo vindo em carne. Tal pessoa é o enganador e o anticristo. Cuidado para não perderem o que já conquistaram, mas para receberem plena recompensa. Todo aquele que ultrapassa os limites da doutrina de Cristo e não permanece nela não tem a Deus; quem permanece na doutrina de Cristo tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem até vocês e não traz essa doutrina, não o recebam em casa, nem o saúdem. Pois quem a saúda participa das suas obras malignas."


Introdução:
A carta de 2 João traz um forte alerta sobre os enganadores e falsos mestres que estavam se infiltrando nas comunidades cristãs. João nos lembra da importância de permanecer firme na doutrina de Cristo, especialmente quando somos confrontados por aqueles que distorcem o evangelho. Nos dias atuais, somos também chamados a discernir o que é verdadeiro e proteger nossa fé de influências prejudiciais. Como podemos, então, viver em fidelidade à verdade de Cristo, ao mesmo tempo em que demonstramos amor e graça para com os outros? Vamos refletir sobre essa mensagem atemporal.


Reflexões:

  1. O perigo dos enganadores
    João avisa sobre os "enganadores" que saem pelo mundo, negando a encarnação de Jesus Cristo. No contexto atual, esses falsos mestres podem se apresentar de diversas formas: seja em ensinamentos heréticos, seja em filosofias que distorcem o evangelho para se adequarem aos interesses do mundo. Muitos hoje em dia tentam redefinir Jesus ou minimizar Sua importância como Filho de Deus. No entanto, a verdade sobre Cristo – que Ele veio em carne, morreu por nossos pecados e ressuscitou – é a base de nossa fé. Devemos estar atentos para não sermos facilmente influenciados por essas falsas doutrinas.

  2. A importância de perseverar na doutrina de Cristo
    João nos exorta a permanecer firmes na doutrina de Cristo. A verdade de que Jesus é o Cristo, enviado por Deus, é fundamental para nossa fé. No mundo moderno, onde tantas ideias e crenças competem pela nossa atenção, é crucial que, como cristãos, estejamos enraizados na Palavra de Deus. Não podemos ceder à tentação de buscar respostas rápidas ou fáceis, que muitas vezes vêm de fontes que não se alinham com a verdade bíblica. Permanecer na doutrina de Cristo não significa apenas saber quem Ele é, mas viver de acordo com os Seus ensinamentos.

  3. A conexão entre amor e discernimento
    Embora João nos peça para não recebermos os enganadores, isso não significa que devemos agir com hostilidade. A fidelidade à verdade de Cristo exige discernimento, e o amor de Deus nos chama a agir com sabedoria, não aceitando o erro, mas também não deixando de demonstrar graça. É possível manter-se firme na fé e, ao mesmo tempo, amar as pessoas que ainda não conhecem a verdade de Cristo. O discernimento espiritual nos ajuda a fazer essa diferença, oferecendo graça sem comprometer os princípios fundamentais da fé cristã.


Aplicações práticas:

  1. Discernir as influências que você consome
    Em um mundo repleto de mensagens, mídias e vozes que buscam influenciar nossas crenças, é importante avaliar cuidadosamente o que estamos consumindo. Isso se aplica tanto aos livros que lemos quanto aos vídeos, podcasts e até às conversas que mantemos. Pergunte-se: o que estou ouvindo está alinhado com a verdade de Cristo? Se perceber que algo está distorcendo a mensagem do evangelho, tome um passo atrás e busque o entendimento das Escrituras. Priorize fontes que reforçam a doutrina de Cristo, buscando sempre o ensino fiel à Palavra.

  2. Praticar o amor com discernimento em seus relacionamentos
    Em seu círculo de amizades, familiares ou colegas de trabalho, você pode se deparar com pessoas que não compartilham da mesma fé cristã ou que têm uma visão distorcida sobre Jesus. Embora o amor cristão nos chame a ser gentis e acolhedores, João nos ensina que também precisamos ser discernentes. Em vez de simplesmente aceitar tudo o que nos é dito, pratique a verdade com sabedoria. Mostre amor e respeito, mas também esteja disposto a compartilhar a verdade do evangelho com firmeza e graça.

  3. Cuidar da doutrina em sua comunidade cristã
    Em sua igreja local, seja vigilante para garantir que o ensino seja fiel à Palavra de Deus. Se alguém apresentar ensinamentos que não estão de acordo com a doutrina cristã, converse com o líder espiritual ou com outros membros sobre isso. Não se trata de um ato de julgamento, mas de responsabilidade para com a integridade da fé. Seja parte ativa em manter a verdade de Cristo preservada em sua comunidade, ajudando uns aos outros a crescer no conhecimento e na prática da Palavra.


Oração:
Pai querido,
Obrigado por nos dar a Tua verdade e por nos chamar a viver nela. Ajuda-nos a sermos vigilantes e discernentes em um mundo que frequentemente tenta distorcer a Tua palavra. Dá-nos sabedoria para mantermos nossa fé pura e verdadeira, sem nos afastarmos da doutrina de Cristo. Ensina-nos a amar, mas também a manter a nossa fidelidade ao evangelho, demonstrando graça e verdade em todos os nossos relacionamentos. Em nome de Jesus, amém.


Perguntas para reflexão pessoal:

  1. Quais influências externas têm impactado a maneira como você vê a verdade de Cristo?

  2. Como você pode ser mais discernente ao compartilhar a verdade do evangelho com os outros?

  3. De que maneira você pode contribuir para a proteção e preservação da doutrina de Cristo em sua igreja ou comunidade?

TERÇA - Ef 6.12 - Na vida cristã a luta espiritual e real

LIÇAO 1 - Reconhecendo o senhorio de Deus

 


segunda-feira, 30 de março de 2026

SEGUNDA - Mt 15.9 - Doutrinas que são preceitos dos homens

Andando na Verdade e no Amor de Deus

Andando na Verdade e no Amor de Deus

Referência bíblica:
2 João 1:4-6 (NVI)
"Fiquei muito contente porque encontrei alguns dos seus filhos andando na verdade, conforme o mandamento que recebemos do Pai. E agora, senhora, rogo-lhe, não como se estivesse escrevendo um novo mandamento, mas o que já temos desde o princípio: que nos amemos uns aos outros. E o amor é este: que andemos em obediência aos seus mandamentos. Como vocês ouviram desde o princípio, o mandamento é este: que andem em amor."


Introdução:
O apóstolo João expressa sua alegria ao ver que alguns da comunidade cristã estão vivendo de acordo com a verdade, obedecendo ao mandamento de Deus. Ele reforça a importância do amor, que não é apenas um sentimento, mas uma ação vivida na obediência aos mandamentos de Deus. Hoje, como cristãos, somos desafiados a viver essa verdade e esse amor em nossas ações cotidianas. Em meio a um mundo tão cheio de distrações e desafios, como podemos verdadeiramente andar na verdade e no amor de Deus?


Reflexões:

  1. A importância de andar na verdade
    João se alegra ao ver que os filhos da "senhora eleita" estão andando na verdade. No contexto atual, a verdade de Deus muitas vezes se perde em meio às várias vozes e influências que nos cercam. Andar na verdade significa viver de acordo com os ensinamentos de Cristo, não apenas nas palavras, mas também nas ações diárias. Em um mundo onde a verdade muitas vezes é relativa, nós, como cristãos, somos chamados a viver pela verdade absoluta de Deus, que se revela nas Escrituras e em Jesus Cristo.

  2. O amor como obediência a Deus
    João não está apenas pedindo para que os cristãos sintam amor, mas que vivam esse amor através da obediência aos mandamentos de Deus. O amor verdadeiro se expressa na ação e na escolha diária de seguir a vontade de Deus. Em nossa vida moderna, muitas vezes o amor é confundido com gestos efêmeros ou com atitudes que não envolvem compromisso. Porém, o amor de Deus nos chama a uma obediência fiel e constante. O amor é o que nos leva a seguir os mandamentos, não como uma obrigação, mas como uma resposta ao Seu amor por nós.

  3. O amor como um mandamento permanente
    João não traz um novo mandamento, mas reafirma o mandamento que sempre esteve presente: amar uns aos outros. O amor entre os cristãos não é opcional, mas um mandamento de Deus, essencial para a comunidade cristã. Este amor deve ser praticado constantemente e é a base para todas as nossas interações como corpo de Cristo. Em um mundo muitas vezes polarizado, onde o ódio e a divisão prevalecem, o amor cristão se torna um poderoso testemunho da nossa fé e da verdade que cremos.


Aplicações práticas:

  1. Viver com integridade no trabalho
    Em seu ambiente de trabalho, você pode escolher andar na verdade de Deus sendo honesto e íntegro em todas as suas ações. Em vez de ceder à pressão para mentir ou esconder a verdade, seja uma pessoa que reflete a honestidade e a justiça de Cristo. Isso não significa que será fácil ou que você não enfrentará dificuldades, mas lembre-se de que sua obediência à verdade de Deus é um testemunho poderoso.

  2. Demonstrar amor em atitudes diárias
    Na sua vida familiar ou social, coloque em prática o amor cristão ao ser paciente e generoso. Ao lidar com aqueles que estão ao seu redor, especialmente em momentos de conflito, escolha agir com empatia e compreensão. O amor não se limita a palavras, mas se reflete nas ações concretas, como o perdão, a ajuda ao próximo e a disposição para ouvir. Essas atitudes podem transformar seu ambiente em um reflexo do amor de Cristo.

  3. Praticar o amor em um mundo dividido
    Em um mundo marcado por divisões e polarizações, a chamada de Deus é para amar até mesmo os que pensam de maneira diferente de nós. Seja no campo político, nas redes sociais ou até mesmo em debates sobre questões de fé, tome a iniciativa de mostrar respeito e amor, em vez de sucumbir ao ódio ou à crítica destrutiva. O amor de Cristo é um amor inclusivo, que busca o bem do outro sem condições. Mesmo quando discordamos, devemos procurar o diálogo construtivo e a paz.


Oração:
Senhor Deus,
Agradecemos por nos lembrares de que o amor é um mandamento que devemos viver todos os dias. Nos ajuda a andar na Tua verdade, a refletir o Teu amor em nossas ações e a obedecer aos Teus mandamentos com corações dispostos. Em um mundo cheio de desafios, que possamos ser luz e sal, amando uns aos outros e testemunhando a verdade de Cristo em tudo o que fazemos. Em nome de Jesus, amém.


Perguntas para reflexão pessoal:

  1. Como a verdade de Deus tem orientado suas ações nos últimos dias?

  2. Você tem experimentado o amor de Deus de forma prática em suas relações?

  3. Em que áreas da sua vida você pode aplicar o mandamento de amar mais concretamente, seguindo os exemplos de Cristo?

O QUE E UMA IDEOLOGIA