Quanto a mim, eis o meu concerto contigo é, e serás o pai de uma multidão de nações. Gênesis 17.4
A jornada de Abraão era uma jornada de aprendizado com Deus; logo, era pedagógica.
O silêncio divino fazia parte desse processo de amadurecimento do patriarca diante do Criador.
Quando Deus fala novam ente, reafirmando o seu concerto, revela que o tempo de espera não foi perda, mas preparo.
O Senhor educa a fé dos seus servos no intervalo entre a promessa e o cum primento.
Ele não esquece o que disse; apenas trabalha em nós para que estejamos prontos quando a bênção
chegar (Nm 23.19; Hb 6.13-15).
Quando Deus renova o concerto com Abraão, Ele não apenas reafirma um a promessa, como também reforça um propósito.
O silêncio foi a sala de aula; a renovação, o novo capítulo da lição.
A graça divina aparece como o método pedagógico de Deus: Ele ensina pela paciência, forma pela espera e confirma pela fidelidade.
Abraão aprende que a aliança não depende da sua força, mas da misericórdia do Deus que 0 chamou. Assim é conosco; a cada nova experiência, o Senhor recorda-nos de que a sua graça é o fundamento da caminhada e que a sua voz, quando volta a soar, sempre traz restauração e direção (Gn 17.1,2; Rm 4.1-5; Fp 1.6).
A renovação do concerto não apenas confirma a promessa, com o também transforma 0 homem que a recebe. Deus muda o nome de Abrão para Abraão, sinalizando 0 amadurecimento da fé e o início de uma nova etapa com o Altíssimo (Gn 17-5).
Ele tom a-se pai de promessas. Em Cristo, esse princípio continua: Ele amorosamente nos chama, transforma e envia para viver e testem unhar a sua fidelidade (2 Co 5.17; 1 Pe 2.9).
O Deus que falou com Abraão continua falando hoje. Ele renova promessas com os que não abandonam a fé mesmo feridos pela espera.
A aliança de ontem se tom a a esperança de hoje: as suas promessas são fiéis, e as suas misericórdias renovam-se a cada manhã (Lm 3.22,23).
Quando tudo parece cessar, a sua Palavra levanta-se e declara que todas as promessas de Deus são “sim” e “Amém” em Cristo (2 Co 1.20).

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