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domingo, 18 de janeiro de 2026

OS primeiros discipulos

 


Estudo Bíblico Indutivo – Mateus 4:18–21

Enquanto caminhava à beira do mar da Galileia, Jesus viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão. Eles lançavam redes ao mar, pois eram pescadores.
E disse-lhes: “Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens”.
No mesmo instante, eles deixaram as redes e o seguiram.
Indo adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão. Eles estavam no barco com seu pai Zebedeu, consertando as redes. Jesus os chamou, e imediatamente eles deixaram o barco e o pai e o seguiram.
(Mateus 4:18–21)


1. Observação

Nesta etapa, observamos atentamente o texto, sem ainda interpretá-lo:

  • Cenário: Jesus caminha à beira do mar da Galileia, uma região conhecida pela atividade pesqueira.

  • Pessoas envolvidas: Quatro homens são chamados: Simão (Pedro), André, Tiago e João.

  • Atividade deles: Todos são pescadores, envolvidos em seu trabalho cotidiano.

  • A iniciativa: Jesus é quem vê, se aproxima e chama.

  • Resposta: Os quatro deixam imediatamente suas redes; Tiago e João deixam também o pai.

  • Promessa: Jesus associa o chamado a uma nova missão: “pescadores de homens”.


2. Interpretação

Agora buscamos compreender o significado do que foi observado:

  • O chamado de Jesus: Não é apenas um convite para caminhar com Ele, mas para participar de sua missão. Seguir Jesus implica transformação de identidade e propósito.

  • “Pescadores de homens”: Jesus utiliza a linguagem do cotidiano dos discípulos para redefinir sua vocação. O trabalho deles será agora voltado para pessoas e para o Reino.

  • Resposta imediata: A prontidão dos discípulos destaca a autoridade de Jesus e a urgência do chamado.

  • Custo do discipulado: Abandonar redes, barco e até o pai aponta para a prioridade absoluta do Reino de Deus sobre profissão, segurança e até laços familiares.

  • Padrão bíblico do chamado: Deus chama pessoas enquanto estão em sua vida comum, mas esse chamado exige uma ruptura decisiva com o “normal”.


3. Aplicação

Aqui refletimos sobre como o texto se aplica à nossa vida hoje:

  • Seguir Jesus exige prioridade: Quais são as “redes” que podem estar nos impedindo de seguir Jesus com inteireza?

  • Discipulado é missão: Não seguimos Jesus apenas para benefício pessoal, mas para participar ativamente da obra do Reino.

  • Obediência imediata: O texto nos desafia a responder ao chamado de Cristo sem adiamentos ou negociações.

  • Transformação de vocação: Jesus não apenas nos chama, mas nos refaz para cumprir um propósito maior.


4. Reflexão Pessoal

Este texto nos convida a avaliar nossa própria resposta ao chamado de Jesus:

  • Tenho ouvido a voz de Cristo me chamando?

  • O que eu precisaria deixar para segui-lo mais de perto?

  • Minha fé é apenas admirativa ou verdadeiramente obediente?



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