Quem os condenará? Pois é Cristo quem morreu
ou, antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o
qual está à direita de Deus, e também
intercede por nós.
R om anos 8.34
Paulo apresenta a segurança do crente em Romanos 8.34: Cristo morreu, res-
suscitou, está à direita de Deus e intercede por nós. A sua obra é completa, e 0 seu
ministério celestial garante que nenhum a condenação recaia sobre os que estão
em Cristo (Rm 8.1). Ele não apenas salvou, como também continua sustentando os
seus filhos diante do Pai. A sua intercessão é o fundamento de nossa perseverança
e a certeza de nossa justificação.
A ssim com o Abraão perm aneceu diante do Senhor suplicando por Sodoma,
buscando misericórdia pelos justos (Gn 18.23-32), Cristo ocupa hoje a verdadeira
brecha. 0 patriarca intercedeu, no fim, por dez justos; Jesus intercede por todos
os que pertencem ao seu povo. Onde Abraão intercedeu, Cristo apresenta 0 seu
próprio sangue. Ele é 0 intercessor perfeito, cujo clamor não falha e cuja voz ressoa
etem am ente no trono da graça.
Crer em Jesus como nosso intercessor fortalece a alma em meio às lutas. Quando
nos sentimos acusados, cansados ou indignos, lembramo-nos de que Ele intercede
por nós (Hb 7.25). A sua presença à direita do Pai garante perdão, restauração
e nova esperança. Mesmo quando falham os, somos alcançados pela sua graça.
Somos chamados pelo ministério intercessor de Cristo a descansar mais na obra
consum ada e m enos em nossas próprias forças.
Essa verdade claram ente nos convida a viver com confiança e santidade. Se
Cristo intercede por nós, também devemos interceder uns pelos outros (1 Tm 2.1).
A oração tom a-se resposta grata ao amor que recebemos. Ela m olda nosso caráter,
fortalece a Igreja e abre caminhos onde antes havia impossibilidades. Quanto mais
com preendem os a intercessão de Cristo, mais somos movidos a amar, a servir e a
perm anecer fiéis ao seu Evangelho.
Que cada crente encontre descanso nos m éritos do Cordeiro e seja renovado
pela certeza de que Jesus intercede por nós.

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